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quinta-feira, 21 de abril de 2011

Conto: Comendo a casada vadia

Comendo a casada vadia

Sou um rapaz de 24 anos de idade, está história que aqui conto é verdadeira e real. Sou casado com uma mulher bonita de 23 anos de idade, bem está história nada tem a ver diretamente com minha esposa.
Minha esposa tem uma tia vizinha de nossa casa, está tia da minha esposa não é uma mulher bonita, tem 42 anos de idade, ela é casada e muito vadia, ás vezes sinto pena do marido dela que é uma verdadeiro corno, bem um tempo atrás esta tia da minha esposa saiu de casa dizendo que iria visitar a irmã dela, até aí tudo bem, passou uns dias e minha esposa vem me contar uma história e me pediu segredo absoluto. Minha esposa me contou que no dia que a tia dela foi á casa da irmã a vadia aproveitou a situação e colocou mais chifres no marido, minha esposa me contou que a tia dela puta saiu a noite foi para uma balada de dança acompanhada da irmã, a vadia dançou com um homem desconhecido por um bom tempo, fiquei sabendo que a vadia se esfregava toda no tal homem, em certo momento a vadia foi até a irmã e disse que iria dar uma saidinha e que era para ela esperar para as duas voltarem juntas para casa.
A vadia voltou horas depois, irritando muito a irmã, então a vadia contou que estava em um motel apagando o “fogo”. Conclusão a vagabunda deu muito para um homem completamente desconhecido. Eu sabendo desse segredo resolvi chantagear a vadia, resolvi que em posse deste segredo eu iria comer o cu da safada, como eu já citei a vadia é feia, mas tem um bunda razoavelmente gostosa.
Esperei o momento certo, e um belo dia a vagabunda estava sozinha em sua casa, chamei a vadia no portão e entrei na casa, me sentei no sofá, e comecei com uns papos furados, dei uma boa observada na vadia, ela estava com um vestido e quando caminhava sua bunda “tremia” no tecido do vestido e isto me deixa doido, bem minha rola estava dura muito dura, não fazia questão nenhuma de esconder que minha vara estava dura feito pedra muito pelo contrário, então comecei a falar sobre o tal segredo, a vadia ficou sem saber o que dizer, ela só me perguntou quem havia me contado, eu logicamente não revelei a fonte, mas disse a ela que isto é muito safado, coisa de vadia dar assim para um desconhecido, ela então começou a me pedir para não contar para ninguém pois seu marido poderia descobrir, então comecei a tirar a bermuda e a camiseta, fiquei apenas de cueca, a vagabunda me perguntava o que eu estava fazendo, me mandava me vestir, eu então disse para a vadia, que queria comer o cu dela, só assim não contaria nada para o marido corno dela, a puta me pedia para parar com isto, falava na sobrinha dela, eu agora já sentado no sofá dela apenas de cueca e de pau completamente duro ficava passando minha mão sobre a cueca e dizia:
_Esqueça sua sobrinha! É simples você me dá o cu e eu esqueço está historia.
A vadia ainda tentava me convencer para desistir, então comecei a dizer:
_Eu quero comer seu cu! Sempre desejei atolar minha vara na sua bunda, da mesma forma que faço com sua sobrinha, já até comi o cuzinho da sua sobrinha pensando nesta sua bunda! Você mete com estranhos, eu pelo menos não sou estranho, sou o maridinho da sua sobrinha! E continuei:
_Vai vadia! Levanta este vestido e mostre sua calcinha e sua bunda! A vagabunda vendo que não teria como negar a bunda para mim se levantou e começou a levantar o vestido, ergueu o vestido de costas para mim, a puta estava com uma calcinha branca de lycra bem apertadinha, olhei um pouquinho e ordenei:
_Vem puta! Sente no meu colo e rebole esta bunda na minha vara! A vadia sentou no meu colo e começou a mexer meio sem graça, então eu disse:
_Rebola direito vadia! Não é disso que você gosta? Rebola vagabunda! Eu sentia aquela bunda e aquela calcinha deslizando sobre minha cueca, então falei para a vadia:
_Agora fique de joelhos pra mim safada! A vadia obedeceu, então peguei ela pelos cabelos e comecei a esfregar o rosto dela sobre meu pau ainda vestido na cueca, e dizia:
_Gosta de rola, né vagabunda? Agora você será minha puta! Você é uma puta! Piranha! Você é pior que uma prostituta sabia? Você é tão puta que mete com desconhecido e não cobra nada! Vadia! Você precisa de rola neste rabo! Vai abaixe minha cueca e chupe bem gostoso está vara, que é dá sua sobrinha!
Então a vadia abaixou minha cueca e começou a chupar minha rola, eu então dizia:
_Isso puta! Assim mesmo! Hummm como chupa bem! Isso mama sua vagabunda! Eu tirava a rola da boca da vadia e batia e esfregava no rosto dela dizendo:
_Piranha! Gosta de apanhar de rola assim sua safada? Gosta? A vadia não dizia nada, eu continuava: sei que você gosta puta! Toma vagabunda! Então ordenei:
_Levanta vadia! A vadia se levantou, eu continuei:
_Arrume alguma coisa para seu macho passar na rola, para entrar bem gostoso neste cu! A puta então me deu um óleo e eu disse:
_Agora vadia, lambuze bem direitinho a rola do seu macho! A puta sem dizer uma única palavra começou a espalhar o óleo na minha rola, e eu dizia:
_Putona! Ficou muda vadia? Hummm vou meter tudo neste seu rabo, viu? Assim quero ver se você ficou muda mesmo! Peguei a vadia em pé mesmo, levantei o vestido, puxei a calcinha pro lado, encostei a cabeça da rola na direção do cu da safada e comecei a forçar, hummmm a cabeça da rola entrou e a puta soltou um gemido e me pediu para ir devagar, continuei enfiando e dizendo:
_Hummm que cu hem puta! Olha que guloso! Hummm como entra gostoso! Diz vadia que você não gosta disso hem? Toma! Quando minha rola estava completamente atolada dentro daquele cu, comecei um vai e vem e fui dizendo?
_Vagabunda! É disso que você gosta né, sua safada? Gosta de uma vara assim neste rabo, né biscate? Toma puta! Toma está rola que sua sobrinha leva todos os dias, toma! A vadia gemia baixinho e eu continuava metendo, comecei a dar palmadas na bunda dela e dizia:
_Safada! Toma! Toma vara neste rabo guloso! Toma! Gosta de apanhar assim neste rabo hem? Toma sua vagabunda! Delicia de cu! Hummm ter cuzinho gostoso é coisa de família, né sua vadia? Pois sua sobrinha tem um cuzinho delicioso, sabia? A piranha não dizia nada, só soltava uns gemidos bem baixinhos e estava adorando meter naquele cu, estava amando tratar a vagabunda daquele jeito, mulher puta tem que ser tratada com puta mesmo, eu enfiando bem fundo no cu da vadia,suspendia as carnes de sua bunda para cima com minhas encoxadas e dizia para a vagabunda:
_Diz sua puta que está rola que sua sobrinha agüenta todos os dias não é gostosa? Vagabunda mulher vadia de corno! Não é disso que você gosta piranha? Então toma! Toma vara neste cu! Sua safada! Hummm estou quase gozando vagabunda! Quero ver esta cara de puta toda melada de porra! Meti mais um pouco naquele rabo e ordenei:
_Vai vadia! Ajoelhe! Vou lambuzar esta cara de porra! A safada se pôs de joelho na minha frente e então disse punhetando a rola apontada para o rosto da safada:
_Vadia! Piranha! Sua puta! Gosta de porra nesta cara de puta? Hem vagabunda? Punhetei a rola mais um pouquinho e comecei a gozar no rosto da vadia, lambuzei bem o rosto da safada e disse:
_Pronto sua puta! Pode ficar sossegada, seus segredos agora estão bem guardados, a vadia nada disse, então me vesti e fui embora.
Mas mulher puta, mulher que gosta de ser usada e abusada por machos não tem jeito, passou uns dias a vadia se ofereceu para mim, disse-me que adorou, que a forma como a peguei a fez mulher, e foi tudo muito tesudo, sempre meto nesta tia da minha esposa faço tudo que quero com a vadia, ela adora!

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